Característica do Corinthians desde a chegada de Tite, a marcação no campo de ataque pode ser determinante na final da Taça Libertadores contra o Boca Juniors. Para impedir que o maestro Riquelme dite o ritmo e se destaque mais uma vez, o treinador quer impedir que o jogador seja acionado constantemente pelo restante da equipe durante a primeira partida da decisão, nesta quarta-feira, às 21h50m, na Bombonera.
– A bola não pode chegar. Impedir que a bola chegue a ele é um aspecto. Ele é como o Ganso, um jogador do passe, da luz, de deixar alguém na cara do gol. Joga num setor importante do campo.
Riquelme vem sendo decisivo para a campanha de recuperação do Boca na Libertadores. Aos 34 anos, é o dono da equipe dentro e fora de campo. O jogador, aliás, tem alguns privilégios no clube e por seguidas vezes sequer participa de treinamentos para ser preservado para os jogos.
Tite, porém, não quer que a atenção corintiana fique apenas no camisa 10. Sem um craque como ele no elenco corintiano, o treinador faz questão de destacar a força do conjunto.
Em 12 partidas disputadas até o momento na competição, o Timão venceu sete, empatou cinco e sofreu apenas três gols.
– O Riquelme é um símbolo não só para o Boca, mas internacionalmente, pela qualidade e história que tem. Assim como Paulinho, Liedson, Emerson e Julio Cesar são símbolos. Talvez, não com o tempo que o Riquelme tem. A qualidade e o trabalho desenvolvido no Corinthians transformam todos em símbolos.
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